Quem sou eu

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Sou escritora e uso do artifício de escrever para depurar pensamentos e sonhos. Sou uma leitora apaixonada, curto assistir a filmes e séries e ir ao teatro. Tenho dois livros publicados: "A ilha e a menina" e "Livremente Mara".

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Poços de Caldas: ações literárias para a cidade


No ano de 2010 comecei a ser apoiada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Poços de Caldas. No começo, foi muito complicado a aprovação dos meus projetos, comecei dois anos antes para conseguir o apoio que veio, finalmente, em 2010. Fui ganhando experiências, aprendendo a fazer um projeto mais profissional, a seguir rigorosamente os critérios do edital. Com isso, já tenho dois trabalhos realizados pela Lei de Incentivo:

Livro Presente – Projeto que visou a publicação do meu romance LIVREMENTE MARA (Edições Alba, 2010)e a distribuição para mais de 800 alunos da rede pública, tanto no município de Poços, como em outras localidades. Também foram promovidos saraus para divulgar a cultura e estimular a leitura e escrita.
 

Ler e Contar – Projeto que visou a publicação do meu livro infantil A ILHA E A MENINA (Editora Sul Minas, 2012) e a distribuição para mais de 600 alunos da rede pública em Poços de Caldas e em outras localidades. Também foram promovidas apresentações da peça teatral OS DOCES DE MANECO E AS FRUTAS DE LÚCIA de autoria de Marcelo Divino para deixar os lançamentos do livro ainda mais interessantes para as crianças, deixando-as encantadas pela leitura.
 
Quer contribuir com a cultura? Clique aqui.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Todos podem patrocinar a cultura!

 
Olá amigos!
 
Eu, em parceria com o Grupo Teatral Fábula, aprovamos um projeto pela Lei Rouanet. Precisamos captar verbas para o projeto. Para isso, você que paga imposto de renda também pode nos ajudar, sem na verdade pagar nada por isto. Veja como:
 












quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Vamos ao teatro? O Zé está de volta!


Cô Zé nem o diabo pode, nossa peça de maior público,  apresenta-se nos dias 27, 28 e 29 de setembro no Teatro Municipal de Alfenas, às 20:30h.

Cô Zé, nem o diabo pode, escrito pelo sorocabano Augusto Roberto, é uma comédia inspirada na peça teatral de Ariano Suassuna, O Alto da Compadecida, e nos filmes do Mazzaropi. A história gira em torno de Zé, um caipira medido a valente que desconfia de todo mundo e tem muito bom humor. Quando dois cangaceiros chegam no bar de Dona Jurandira, onde Zé se encontra, uma verdadeira confusão acontece e Zé acaba encontrando com São Pedro no paraíso. Porém, nem São Pedro tem paciência com o Zé e o santo acaba expulsando Zé do céu. No inferno, Zé vai aprontar ainda mais! E nem o diabo pode com o Zé!

Ao final do espetáculo, serão sorteados exemplares dos meus livros, Livremente Mara e do livro infantil A Ilha e a Menina. 
Como presidente da ONG ATELIFA (Associação de Teatro e Literatura Fábula) acredito que a união do teatro e da literatura tem muito valor para incentivar os jovens a apreciar a arte. Muitas pessoas que antes não gostavam de ler ou de ir ao teatro estão se interessando, acompanhando sempre o nosso trabalho, a prova disso é que temos muito público, principalmente os jovens.
 
A peça conta com 17 atores e dois diretores: Marcelo Divino e Yanka Gabrielly.
Elenco da peça Cô Zé, nem o diabo pode:
 
Zé: Ana Paula de Souza
Anja: Amanda Borges
Dona Jurandira: Anelise
Anja: Bianca Frenhan
Moleque e Homem que vai para o céu: Diego Martins
Tonica: Isadora Custodio
Anja Aurora: Kelvin Divino
Nossa Senhora: Lari Macedo
Diabo: Lucas Rodrigues (Luquinha)
Jesus: Marcelo Divino
Cangaceiro: Mari Silva
Diaba: Mary Oliveira
Anja: Marilu Bianchini
São Pedro: Pedro Lacerda
Diaba: Raquel de Souza
Diaba: Taynah Andrade
Cangaceiro: Yanka Gabrielly
 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Vitória – mais um livro concluído


O propósito da criação deste blog foi relatar, principalmente, a trajetória da escrita de um romance. Tudo começou muito bem, no ano de 2010. Seria um livro para se escrever em um ano e pouco e terminaria em 22/01/2012. No entanto, os contratempos, o destino, a caminhada da vida fez um desvio e não cumpri o prazo. O livro ficou parado um tempão. Só agora, que surgiu um projeto que precisava mandar a obra inteira é que resolvi concluir o livro de vez. Ignorei meus medos, minhas inseguranças e me pus a trabalhar. A primeira versão do livro já está pronta, vou trabalhando o livro agora para lapidar o texto. De qualquer forma, este trabalho dura até quase a impressão.  Lapidar texto, correção é um trabalho quase infinito.

Em breve, publicação do meu próximo romance “O encontro dos pássaros brancos"!

Vitória!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Reflexão sobre o livro impresso


Eu sei que agora os e-books chegaram com toda a força, eu mesmo já quis ter um desses aparelhos eletrônicos para leitura. Mas quando penso na magia que o livro é, esse livro de papel que conhecemos, essa vontade vai embora. É que o livro impresso tem nele mesmo a história de quem tocou os olhos naquelas letras.

Os livros novos soltam um cheiro de estreia, enquanto os livros velhos contam as histórias dos anos do objeto, além do que conta o livro.

Em uma tela, não pode haver tanta emoção, tanta interação. Pode ser que mude de ideia, que venha a virar uma adepta dos e-books, mas por enquanto prefiro os meus livrinhos de “carne e osso”.

 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cô Zé, nem o diabo pode - não importa o dia, o sucesso é garantido!

Para quem gosta de teatro, pode ter percebido que esse ano de 2013 tem sido glorioso para Alfenas. Nos últimos tempos, o Teatro Municipal de Alfenas (Direção de Ademir Alves) tem programação todos os fins de semana. Se não bastasse isso, alguns grupos de teatro estão ousando e quebrando protocolos apresentando também em dias de semana.
Foi o que ocorreu com o Grupo Teatral Fábula com a comédia Cô Zé, Nem o Diabo Pode que apresentou ontem (28) e também na terça-feira (27). A casa lotada nos dois dias de peça não nega. O público alfenense mostrou que não importa o dia da semana, peças teatrais são sempre bem-vindas.
Cô Zé, nem o diabo pode, escrito pelo sorocabano Augusto Roberto, é uma comédia inspirada na peça teatral de Ariano Suassuna, O Alto da Compadecida, e nos filmes do Mazzaropi. A história gira em torno de Zé, um caipira medido a valente que desconfia de todo mundo e tem muito bom humor. Quando dois cangaceiros chegam no bar de Dona Jurandira, onde Zé se encontra, uma verdadeira confusão acontece e Zé acaba encontrando com São Pedro no paraíso. Porém, nem São Pedro tem paciência com o Zé e o santo acaba expulsando Zé do céu. No inferno, Zé vai aprontar ainda mais! E nem o diabo pode com o Zé!
Ao final da apresentação de ontem, foram sorteados exemplares do romance Livremente Mara e do livro infantil A Ilha e a Menina. Raquel de Souza, autora dos livros e presidente da ONG ATELIFA (Associação de Teatro e Literatura Fábula) acredita que a união do teatro e da literatura tem muito valor para incentivar os jovens a apreciar a arte. “Muitas pessoas que antes não gostavam de ler ou de ir ao teatro estão se interessando, acompanhando sempre o nosso trabalho, não importa o dia da semana. A prova disso é que o teatro lotou!” – comenta Raquel de Souza.
 Distribuição de livros ao final das peças teatrais
Teatro cheio
As ações culturais do Fábula estão indo também a outros municípios. No dia 21 de setembro o grupo vai apresentar Cô Zé, Nem o Diabo Pode em Carvalhópolis, na Praça Monsenhor Dutra, às 20:30h, gratuitamente.
Para os alfenenses que ainda não assistiram a peça, ela estará em cartaz no Teatro Municipal de Alfenas, nos dias 27, 28 e 29 de setembro, às 20:30h.
“Apresentar o Zé não tem preço, é um prazer imenso sentir a energia do público. O Zé é despojado, de bem com a vida e arranca riso de todo mundo. – diz, animada, Ana Paula de Souza que atua como o protagonista Zé.
A peça contou com 17 atores e dois diretores: Marcelo Divino e Yanka Gabrielly.
Elenco da peça Cô Zé, nem o diabo pode:

Zé: Ana Paula de Souza
Anja: Amanda Borges
Dona Jurandira: Anelise
Anja: Bianca Frenhan
Moleque e Homem que vai para o céu: Diego Martins
Tonica: Isadora Custodio
Anja Aurora: Kelvin Divino
Nossa Senhora: Lari Macedo
Diabo: Lucas Rodrigues (Luquinha)
Jesus: Marcelo Divino
Cangaceiro: Mari Silva
Diaba: Mary Oliveira
Anja: Marilu Bianchini
São Pedro: Pedro Lacerda
Diaba: Raquel de Souza
Diaba: Taynah Andrade

Cangaceiro: Yanka Gabrielly

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A pedido do público, "Cô Zé, nem o diabo pode" está em cartaz!


A comédia Cô Zé, nem o diabo pode, montagem do Grupo Teatral Fábula, apresenta esta semana, nos dias 27 e 28 de agosto, às 20:30 horas no Teatro Municipal de Alfenas, com ingressos a preço acessível.

Cô Zé, nem o diabo pode, escrito pelo sorocabano Augusto Roberto, é uma comédia inspirada na peça teatral de Ariano Suassuna, O Alto da Compadecida, e nos filmes do Mazzaropi.
                             Cô Zé, nem o diabo pode. Texto: Augusto Roberto

A história gira em torno de Zé, um caipira medido a valente que desconfia de todo mundo e tem muito bom humor. Quando dois cangaceiros chegam no bar de Dona Jurandira, onde Zé se encontra, uma verdadeira confusão acontece e Zé acaba encontrando com São Pedro no paraíso. Porém nem São Pedro tem paciência com o Zé e o santo acaba expulsando Zé do céu. No inferno, Zé vai aprontar ainda mais! E nem o diabo pode com o Zé!


Ao final da apresentação, exemplares do romance Livremente Mara serão sorteados. Raquel de Souza, autora do livro e presidente da ONG ATELIFA acredita que a união do teatro e da literatura é muito produtiva. “Muitas pessoas que antes não gostavam de ler ou de ir ao teatro estão se interessando, acompanhando sempre o nosso trabalho e o trabalho dos outros grupos de teatro alfenenses.” – comenta Raquel de Souza.
Distribuição de Livremente Mara após apresentações do Grupo Teatral Fábula


Investimento Cultural – Inteira: 8 reais, Meia: 4 reais.

Maiores informações: (35) 8864-7806 ou (35) 8817-4038
Esta peça conta com 17 atores e dois diretores: Marcelo Divino e Yanka Gabrielly.

Elenco da peça Co Zé, nem o diabo pode:
 
Zé: Ana Paula de Souza
Anja: Amanda Borges
Dona Jurandira: Anelise
Anja: Biaca Frenhan
Moleque e Homem que vai para o céu: Diego Martins
Tonica: Isadora Custodio
Anja Aurora: Kelvin Divino
Nossa Senhora: Lari Macedo
Diabo: Lucas Rodrigues (Luquinha)
Jesus: Marcelo Divino
Cangaceiro: Mari Silva
Diaba: Mary Oliveira
Anja: Marilu Bianchini
São Pedro: Pedro Lacerda
Diaba: Raquel de Souza
Diaba: Taynah Andrade
Cangaceiro: Yanka Gabrielly