Quem sou eu
- Raquel de Souza
- Sou escritora e uso do artifício de escrever para depurar pensamentos e sonhos. Sou uma leitora apaixonada, curto assistir a filmes e séries e ir ao teatro. Tenho dois livros publicados: "A ilha e a menina" e "Livremente Mara".
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A Feira do Livro aqui em Poços está chegando e eu vou expor meu livro "Livremente Mara"
Por mais que a minha semana tenha sido corrida, mesmo assim estou cheia de inspiração, muitas ideias novas surgindo. Agora é reservar um tempinho para botar os pensamentos no papel. Estou muito feliz porque vou expor na Feira do Livro aqui de Poços. Vai ser no estande 64, do dia 30 de abril ao dia 8 de maio. Vou estar lá todos os dias. Tem sido puxado dividir o espaço da escrita com essa loucura de ter retornado aos bancos de uma universidade novamente. Beijo a todos, Raquel
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo
A minha vida anda repleta de tarefas a se cumprir. E de repente isso deixa de ser um peso porque sei que essas atividades me levam para frente, que me fazem conhecer melhor e traçar os próximos passos da minha existência. Deparei comigo mesma mais organizada, dessa vez sem me esforçar demais. Enfim, a ordem está virando um hábito na minha vida. Depois de um longo processo, me descubro mais madura, mais preparada para caminhar diante das minhas próprias decisões. Como é bom gozar dessa monotonia, dessa estabilidade, desse silêncio lindo que ouço mesmo sob os zumbidos intermitentes da cidade. Só consegue ouvir silêncio quem sente o silêncio. Como diz uma música de Leila Pinheiro " Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo." Um ótimo dia a todos!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Vamos agir impulsionados pelo Amor
Bom dia! Os dias andam lotados de atividades. No entanto, alguns dias tive a impressão de que o tempo parou. Quando a gente espera muito alguma coisa o tempo parece que emperra. Os dias passam. Lentos, mas passam. Está quase chegando a hora esperada.
As andorinhas revoam em volta das árvores chamando as companheiras para a longa viagem de migração. Afinal, o inverno já nos toca levemente com seu bafo frio. E eu estou feliz porque passarei um inverno mais aquecida. Meu coração afinal encontrou abrigo para tranquilizar e descansar.
Acredito que quem planta o bem, por mais que um dia foi injuriado, colhe o bem. E os frutos são fartos. E é possível viver aqui de uma maneira mais plena e feliz. Não acho que estamos aqui para chorarmos e sofrermos. O desafio é ser feliz e fazer nossos irmãos felizes também.
Nossa tarefa aqui é deixamos algo um pouco melhor do que encontramos. Apesar de parecer fácil em palavras, sabemos que magnitude tem essa tarefa. Todavia, penso que vamos conseguir isso. E essa melhora vai ser impulsionada pelo Amor. Devemos ter dentro de nós o Amor para poder agir de forma que ele se espalhe para que possamos cuidar melhor da nossa casa linda que é o planeta Terra.
As andorinhas revoam em volta das árvores chamando as companheiras para a longa viagem de migração. Afinal, o inverno já nos toca levemente com seu bafo frio. E eu estou feliz porque passarei um inverno mais aquecida. Meu coração afinal encontrou abrigo para tranquilizar e descansar.
Acredito que quem planta o bem, por mais que um dia foi injuriado, colhe o bem. E os frutos são fartos. E é possível viver aqui de uma maneira mais plena e feliz. Não acho que estamos aqui para chorarmos e sofrermos. O desafio é ser feliz e fazer nossos irmãos felizes também.
Nossa tarefa aqui é deixamos algo um pouco melhor do que encontramos. Apesar de parecer fácil em palavras, sabemos que magnitude tem essa tarefa. Todavia, penso que vamos conseguir isso. E essa melhora vai ser impulsionada pelo Amor. Devemos ter dentro de nós o Amor para poder agir de forma que ele se espalhe para que possamos cuidar melhor da nossa casa linda que é o planeta Terra.
Beijos,
25/03/2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Efeitos benéficos da dor
Olá amigos,
Hoje acordei sem condições para ir à aula. Estou com dor. E fiquei virando de um lado para o outro na cama. Depois de muitos dias sem dormir direito não consigo dormir mais do que 6 horas por dia. No entanto, enquanto ficava em silêncio, decidi uma coisa importante na minha vida. Várias de minhas companheiras vão sentir muito por causa dessa decisão. Mas é hora de tomar uma atitude mais drástica. Afinal, quem está na chuva é para se molhar de vez. De repente, um surto de cólica pode trazer algum benefício. Por que não?
Beijos a todos e bom dia!
Raquel de Souza
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
É tempo de tirar a armadura e lutar sem armas
Depois de certa hora da tarde cancelei meus compromissos. Era tempo de me calar. Peguei um filme "Comer, rezar, amar" para assistir. Fez bem, fiquei quieta por um tempo. Eu sinto essa necessidade de ficar parada, comigo mesma. Mudei a minha rotina, voltei a fazer uma graduação. E fiquei apaixonada. Muitas mudanças e eu sei que essa fase de adaptação é complicada. Temos sempre uma leve queda a perguntarnos para que essa gastura toda na vida. Afinal fico muito feliz andando no mato, vendo as montanhas. No entanto, tenho um ímpeto aqui dentro que me faz querer buscar mais, saber mais. Eu sei que certas coisas se buscam quietas. Mas a maioria delas se encontra na beleza de se relacionar com as pessoas, ter empatia. Era tempo de ficar quieta, prestar atenção aos meus pensamentos. Me ouvir. É tempo de tirar a armadura e lutar sem armas. É preciso ter coragem!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Rompi as minhas grades da racionalidade
Olá amigos,
Há dois dias que não escrevo. Quer dizer, não retomo no meu livro porque escrever eu escrevo sempre. Faz parte do meu viver. Tem tanta coisa acontecendo na minha vida e hoje, domingo, me deparo com um tempo à toa. Sabe quando tudo que você teve que fazer no dia já está feito e ainda o dia não acabou? Eu deveria escrever o meu livro nesse tempo. Mas não quero. Não sei por que. Fico pensando no que está se passando dentro de mim. De repente rompi com as minhas grades da racionalidade e deixei meu sentimentos fluirem. Ao invés de ver um mundo certo, acabei por ter uma outra percepção. Eu sei que não adianta me tornar máquina, fazer tudo certinho porque isso não é humano. A beleza de viver é ser essa mescla do racional e sentimental. Esse é o meu desafio. Eu sei - minha avó me disse - que a gente pode tropicar quando gosta de alguém. Mas a gente pode se arriscar e, como mágica, acertar! Acho bom estar crendo novamente nisso, acho que seguir o curso do rio ao invés de me agarrar nas beiras dele tem sido muito menos doloroso. Na verdade, tem sido uma aventura.
Boa noite a todos!
Abraço,
Raquel
Há dois dias que não escrevo. Quer dizer, não retomo no meu livro porque escrever eu escrevo sempre. Faz parte do meu viver. Tem tanta coisa acontecendo na minha vida e hoje, domingo, me deparo com um tempo à toa. Sabe quando tudo que você teve que fazer no dia já está feito e ainda o dia não acabou? Eu deveria escrever o meu livro nesse tempo. Mas não quero. Não sei por que. Fico pensando no que está se passando dentro de mim. De repente rompi com as minhas grades da racionalidade e deixei meu sentimentos fluirem. Ao invés de ver um mundo certo, acabei por ter uma outra percepção. Eu sei que não adianta me tornar máquina, fazer tudo certinho porque isso não é humano. A beleza de viver é ser essa mescla do racional e sentimental. Esse é o meu desafio. Eu sei - minha avó me disse - que a gente pode tropicar quando gosta de alguém. Mas a gente pode se arriscar e, como mágica, acertar! Acho bom estar crendo novamente nisso, acho que seguir o curso do rio ao invés de me agarrar nas beiras dele tem sido muito menos doloroso. Na verdade, tem sido uma aventura.
Boa noite a todos!
Abraço,
Raquel
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Beijos sem toques, toques sem beijos
Beijos sem toques, toques sem beijos
Como é possível conter a fúria do meu corpo
Que fica na expectativa do seu!?
Cerro minhas pálpebras e imagino o seu ser,
Como será o seu cheiro, o seu gosto, o seu estar.
Falo e ouço palavras suas,
Absorvo o seu riso leve.
Como é possível ficar aqui imaginando seus olhos
Tendo a sua foto ao meu lado?
Eu quero saber a temperatura da sua pele,
E que energia é essa que me contagia de longe,
Sem toques, sem beijos,
E que desde já sinto falta,
Mesmo sem nunca ter colocado a minha mão na sua.
Raquel de Souza, 09/02/2011
Como é possível conter a fúria do meu corpo
Que fica na expectativa do seu!?
Cerro minhas pálpebras e imagino o seu ser,
Como será o seu cheiro, o seu gosto, o seu estar.
Falo e ouço palavras suas,
Absorvo o seu riso leve.
Como é possível ficar aqui imaginando seus olhos
Tendo a sua foto ao meu lado?
Eu quero saber a temperatura da sua pele,
E que energia é essa que me contagia de longe,
Sem toques, sem beijos,
E que desde já sinto falta,
Mesmo sem nunca ter colocado a minha mão na sua.
Raquel de Souza, 09/02/2011
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