Quem sou eu

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Sou escritora e uso do artifício de escrever para depurar pensamentos e sonhos. Sou uma leitora apaixonada, curto assistir a filmes e séries e ir ao teatro. Tenho dois livros publicados: "A ilha e a menina" e "Livremente Mara".

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Meu romance prefaciado por Deonisio da Silva!

Olá amigos e leitores (ou os dois juntos),


Em breve acontecerá o lançamento do meu livro "A ilha e a menina" que está acabando de ser editorado. Começa a chegar aquela ansiedade que precede aos meus lançamentos. Sempre fico muito agitada nesse período. Acredito ser normal, é um tempo que a gente coloca o trabalho na cara do mundo e espera como o público vai reagir.
Vou aproveitar e relançar meu primeiro romance "Livremente Mara", um livro que fala da adolescência feminina e o desafio de tornar-se mulher. Esse livro foi prefaciado pela meu querido professor de literatura na faculdade, o escritor Deonísio da Silva. Fico toda pomposa quando vejo o Deonísio lá no programa do Jô, na Marilia Gabriela e tudo mais e ele que fez o prefácio do meu livro! Só para se ter ideia ele colocou assim: "Raquel de Souza: uma estreia promissora." Que essa profecia se cumpra! Meu segundo livro vem aí!
Foto do lançamento do livro LIVREMENTE MARA e a sua distribuição gratuita nas escolas de Poços de Caldas

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Grupo Fábula e vereador Sander Simaglio

Olá amigos,


Com esse negócio de facebook, notícia rápida, a gente fica inebriada e até esquece das divagações que demoram bem mais de meia hora para se consolidar. E aí o blog, que é algo mais original, independente, acaba ficando para trás. Bom, mas aqui estou eu, não prometendo a mesma disciplina nas postagens, mas sempre presente. Hoje fui, junto ao meu grupo teatral (Fábula) a uma visita à  ONG MGA ( Movimento Gay de Alfenas). Foi muito interessante e divertido. Alguns dias atrás também nos reunimos com o vereador Sander Simaglio para um bate papo sobre cultura e como somos acomodados em relação aos nossos direitos de cidadãos. Isso despertou não só em mim, mas em todo o grupo uma vontade fazer diferente e ir à luta. Viva o Grupo Teatral Fábula!!!!!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vamos formar bons leitores!


Como é prazeroso contar histórias, ver o meu trabalho dando frutos. Quando ofereço livros para as crianças entrarem em contato com eles tenho a certeza de que podemos formar bons leitores. É só mostrar os livros como fonte de magia e histórias magníficas. Não vamos negar às nossas crianças pequenas e grandes de oferecer livros. Para isso não é necessário presenteá-las com eles. Ações como ler sempre jornais e revistas perto delas, levá-las à bibliotecas, escrever junto a elas vão fazê-las entender o sentido da escrita e da leitura. A formação de bons leitores começa de casa, então vamos lá família. Não deixe tudo por conta da escola!

domingo, 15 de julho de 2012

"Sai da minha aba, sai pra lá"

Fico olhando estupefata para a tela do computador esperando vir a inspiração para escrever. A decepção de ser excluída em momentos agradáveis e ser incluída em momentos de trabalho e dificuldades realmente está me "tirando do sério" e quero mesmo me distanciar dessas pessoas. O relacionamento, seja de amizade, seja amoroso é feito de pequenas trocas e se elas não estão acontecendo, o jeito é se esquivar. É triste isso e eu gostaria de não tomar providências para essas atitudes, mas agora penso que o distanciamento seja inevitável.

domingo, 13 de maio de 2012

Novamente ao mundo da escrita! Já era tempo!

A névoa desceu pela cidade encobrindo-a. Apenas algumas luzes teimam a aparecer embassadas, maiores do que são. Tudo leva ao recolhimento, à solidão. Não daquelas solidões que nos deixam desoladas, que isso não é bem solidão e sim carência. Mas estou falando da solidão necessária, aquele tempo que temos que ter conosco para curtir a nossa companhia. E é sempre nessa solidão que consigo escrever. É quando a minha alma está mais recolhida. Isso não quer dizer que apenas vamos escrever quando estamos em paz e a vida está perfeita. Muito pelo contrário: a arte sai das reflexões intensas, das grandes contradições do sentir e realizar. Apenas acredito que o escrever necessita de recolhimento. É como um praticante de meditação. É preciso reservar um tempo só para escrever e nesse tempo, nada deve interferir. Fico pensando que fazemos tantas atividades durante o dia, mas é tão custoso parar por um tempo para escrever. Chegamos no trabalho pontualmente, entregamos todos os papéis na data prevista, pagamos as contas no dia certo, mas porque deixamos de escrever? Por que perdemos o fio da meada? A escrita deve ser encarada como um compromisso na nossa vida. Só que eu já percebi que eu não funciono assim. Sendo a arte da escrita uma expressão do belo, eu tenho que estar admirando o ato de escrever. Pode parecer um sentimento imaturo, eu sei, mas é como encaro os grandes períodos de não retomo meu romance, por exemplo. Há outros motivos e um deles é o fato de que a história entrou em caminhos dolorosos emocionalmente. Outro motivo é a falta de tempo. Preciso arranjar mais tempo no meu dia para escrever. A minha nova rotina me consome, mesmo assim preciso arrumar uma maneira de me dedicar à escrita. Já estou me adaptando à nova vida, estou me achando aos poucos, retomando as amizades, rindo, convivendo. Agora é preciso voltar a escrever. Meu livro "A ilha e a menina" vai ser publicado no final do ano. Hoje já comecei a dar andamento no projeto. Isso fez muito bem para mim. É muito bom saber que estou ingressando novamente ao mundo da escrita. Já era tempo. Me sinto muito realizada assim. É o que melhor sei fazer no mundo: escrever.

Beijo a todos!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Festa às mudanças!

Quando chega a noite acampanhada da sua calmaria, das coisas que já foram encerradas, inicia-se a hora de centrar em mim, no que experimento de minha existência, nos pensamentos que são advindos dessa percepção. Ainda, mesmo depois de algum tempo de mudanças, estou tentando me localizar, extrair o que há de individual, autêntico em mim. É possível sair imune mesmo depois que a vida da gente passar por uma revolução? Acredito que meu eu está sendo atingido. E isso atiça a minha curiosidade em redescobrir quem eu sou, agora que tenho uma pessoa para ser a testemunha das minhas experiências, que compartilha comigo os momentos importantes e corriqueiros da vida. Digo que é preciso ter coragem para tem um cúmplice e, ao mesmo tempo, é uma coisa linda. Até a minha escrita, creio que muda. Não o estilo, mas a alma daquilo que escrevemos e nem temos consciência do que se trata. As mudanças da vida afetam a nossa arte. Ainda bem! Não desprezando o que já produzi, mas festejando novas aparições.

Abraços!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mais um livro meu será publicado: festa aqui no coração!

Olá meus amigos,
Na Terra do Sol a vida é bem diferente da vida em que eu levava. Mas estou aprendendo a ser mais resistente às adversidades da vida. É que agora, onde o sol se põe lindamente, assumi as rédeas da minha existência. Acredito que os temas dos meus escritos, a direção dos enredos dos meus romances tomarão novos rumos. Afinal, a arte é uma sublimação da realidade. Melhor dizendo, uma depuração dela. É a realidade misturada com sonhos, desejos e medos. Escrever é reinventar o que percebemos do mundo. A escrita é um meio de dizer o mundo subjetivamente.
Hoje estou muito feliz. Mais um livro meu será publicado: A ilha e a menina. É um livro adequado a todas as idades, mas foi construído num linguajar mais simples para que as crianças gostem. Portanto, na necessidade de classificar tudo, meu livro é infantil. No final do ano outra vez um livro meu será publicado. O artista Walmir Ortega fará as ilustrações do livro. Talentoso do jeito que ele é o livro vai ficar um estouro! Dá um frio na barriga só de pensar. Publicar um livro é como finalmente parir um filho. Você imagina como ele vai ser, faz ultrassom, mas só quando o bebê nasce é que vemos como ele é. A mesma coisa é o livro, principalmente o livro infantil que é apoiado na ilustração. Ainda não conheço a cara do meu livro, mas imagino que será lindo e que muita criança vai se encantar por ele e, mediante a esse encanto, venha virar um bom leitor.
Que bom se um dia, daqui há vinte anos, uma dessas crianças lembre-se de um dia que passou uma escritora em sua escola e presenteou-a com seu livro, contando histórias. E que a partir disso, a visão de que ler é um ato extremamente bom passou a fazer parte da rotina dela. Que bom se isso acontecer. Cada um tem uma tarefa para fazer aqui no mundo. Acredito que uma das minhas é apresentar a leitura para as pessoas de um modo prazeroso. Isso me faz muito feliz e realizada!
Abraço a todos e muita leitura boa!