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Sou escritora e uso do artifício de escrever para depurar pensamentos e sonhos. Sou uma leitora apaixonada, curto assistir a filmes e séries e ir ao teatro. Tenho dois livros publicados: "A ilha e a menina" e "Livremente Mara".

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cô Zé, nem o diabo pode - não importa o dia, o sucesso é garantido!

Para quem gosta de teatro, pode ter percebido que esse ano de 2013 tem sido glorioso para Alfenas. Nos últimos tempos, o Teatro Municipal de Alfenas (Direção de Ademir Alves) tem programação todos os fins de semana. Se não bastasse isso, alguns grupos de teatro estão ousando e quebrando protocolos apresentando também em dias de semana.
Foi o que ocorreu com o Grupo Teatral Fábula com a comédia Cô Zé, Nem o Diabo Pode que apresentou ontem (28) e também na terça-feira (27). A casa lotada nos dois dias de peça não nega. O público alfenense mostrou que não importa o dia da semana, peças teatrais são sempre bem-vindas.
Cô Zé, nem o diabo pode, escrito pelo sorocabano Augusto Roberto, é uma comédia inspirada na peça teatral de Ariano Suassuna, O Alto da Compadecida, e nos filmes do Mazzaropi. A história gira em torno de Zé, um caipira medido a valente que desconfia de todo mundo e tem muito bom humor. Quando dois cangaceiros chegam no bar de Dona Jurandira, onde Zé se encontra, uma verdadeira confusão acontece e Zé acaba encontrando com São Pedro no paraíso. Porém, nem São Pedro tem paciência com o Zé e o santo acaba expulsando Zé do céu. No inferno, Zé vai aprontar ainda mais! E nem o diabo pode com o Zé!
Ao final da apresentação de ontem, foram sorteados exemplares do romance Livremente Mara e do livro infantil A Ilha e a Menina. Raquel de Souza, autora dos livros e presidente da ONG ATELIFA (Associação de Teatro e Literatura Fábula) acredita que a união do teatro e da literatura tem muito valor para incentivar os jovens a apreciar a arte. “Muitas pessoas que antes não gostavam de ler ou de ir ao teatro estão se interessando, acompanhando sempre o nosso trabalho, não importa o dia da semana. A prova disso é que o teatro lotou!” – comenta Raquel de Souza.
 Distribuição de livros ao final das peças teatrais
Teatro cheio
As ações culturais do Fábula estão indo também a outros municípios. No dia 21 de setembro o grupo vai apresentar Cô Zé, Nem o Diabo Pode em Carvalhópolis, na Praça Monsenhor Dutra, às 20:30h, gratuitamente.
Para os alfenenses que ainda não assistiram a peça, ela estará em cartaz no Teatro Municipal de Alfenas, nos dias 27, 28 e 29 de setembro, às 20:30h.
“Apresentar o Zé não tem preço, é um prazer imenso sentir a energia do público. O Zé é despojado, de bem com a vida e arranca riso de todo mundo. – diz, animada, Ana Paula de Souza que atua como o protagonista Zé.
A peça contou com 17 atores e dois diretores: Marcelo Divino e Yanka Gabrielly.
Elenco da peça Cô Zé, nem o diabo pode:

Zé: Ana Paula de Souza
Anja: Amanda Borges
Dona Jurandira: Anelise
Anja: Bianca Frenhan
Moleque e Homem que vai para o céu: Diego Martins
Tonica: Isadora Custodio
Anja Aurora: Kelvin Divino
Nossa Senhora: Lari Macedo
Diabo: Lucas Rodrigues (Luquinha)
Jesus: Marcelo Divino
Cangaceiro: Mari Silva
Diaba: Mary Oliveira
Anja: Marilu Bianchini
São Pedro: Pedro Lacerda
Diaba: Raquel de Souza
Diaba: Taynah Andrade

Cangaceiro: Yanka Gabrielly

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A pedido do público, "Cô Zé, nem o diabo pode" está em cartaz!


A comédia Cô Zé, nem o diabo pode, montagem do Grupo Teatral Fábula, apresenta esta semana, nos dias 27 e 28 de agosto, às 20:30 horas no Teatro Municipal de Alfenas, com ingressos a preço acessível.

Cô Zé, nem o diabo pode, escrito pelo sorocabano Augusto Roberto, é uma comédia inspirada na peça teatral de Ariano Suassuna, O Alto da Compadecida, e nos filmes do Mazzaropi.
                             Cô Zé, nem o diabo pode. Texto: Augusto Roberto

A história gira em torno de Zé, um caipira medido a valente que desconfia de todo mundo e tem muito bom humor. Quando dois cangaceiros chegam no bar de Dona Jurandira, onde Zé se encontra, uma verdadeira confusão acontece e Zé acaba encontrando com São Pedro no paraíso. Porém nem São Pedro tem paciência com o Zé e o santo acaba expulsando Zé do céu. No inferno, Zé vai aprontar ainda mais! E nem o diabo pode com o Zé!


Ao final da apresentação, exemplares do romance Livremente Mara serão sorteados. Raquel de Souza, autora do livro e presidente da ONG ATELIFA acredita que a união do teatro e da literatura é muito produtiva. “Muitas pessoas que antes não gostavam de ler ou de ir ao teatro estão se interessando, acompanhando sempre o nosso trabalho e o trabalho dos outros grupos de teatro alfenenses.” – comenta Raquel de Souza.
Distribuição de Livremente Mara após apresentações do Grupo Teatral Fábula


Investimento Cultural – Inteira: 8 reais, Meia: 4 reais.

Maiores informações: (35) 8864-7806 ou (35) 8817-4038
Esta peça conta com 17 atores e dois diretores: Marcelo Divino e Yanka Gabrielly.

Elenco da peça Co Zé, nem o diabo pode:
 
Zé: Ana Paula de Souza
Anja: Amanda Borges
Dona Jurandira: Anelise
Anja: Biaca Frenhan
Moleque e Homem que vai para o céu: Diego Martins
Tonica: Isadora Custodio
Anja Aurora: Kelvin Divino
Nossa Senhora: Lari Macedo
Diabo: Lucas Rodrigues (Luquinha)
Jesus: Marcelo Divino
Cangaceiro: Mari Silva
Diaba: Mary Oliveira
Anja: Marilu Bianchini
São Pedro: Pedro Lacerda
Diaba: Raquel de Souza
Diaba: Taynah Andrade
Cangaceiro: Yanka Gabrielly
 
 

 

 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Estou sem ideias

Olho para a tela do computador muda, estática, hoje estou sem ideias. É tão ruim não saber o que escrever, ficar matutando... Será que escrevo sobre o lindo dia ensolarado lá fora? Do frio que incomoda a gente a dormir? Dos oitos vasos que me dão frutos, mas também trazem passarinhos que roubam a minha liberdade? Do que falar? Ainda não decidi. Os meus olhos ainda pedem sono e meu corpo quer estar na terra natal. A minha escrita ainda não sucumbiu à leitura rápida e vendável da internet, embora trabalhe justamente com isso.

Deixe o texto forte, claro, simples – ordenam os meus comandos liderados pelas oito plantas que me rendem o sustento.

Mas aqui sou uma humilde escritora, sem técnicas, rodeada de todas as firulas literárias, assim como deve ser regida a arte.

Deixa acontecer.

Yanka Gabrielly na peça A MENDIGA E O MAGNATA.
Foto: Guilherme Fogari
                                      

terça-feira, 16 de julho de 2013

Animais em viagens

Quer levar o seu animal na sua tão sonhada viagem? Dê uma olhada nessas minhas dicas:

http://cursosonline.uol.com.br/assinatura/artigos/animais-e-veterinaria/animais-de-estimacao-em-viagens
Beijos!

Fotos bacanas do celular

Sabe aquele momento especial e só tem câmera de celular para registrá-lo? Que tal saber alguns macetes para deixar essa foto bonita? Dê uma conferida no meu artigo sobre como tirar fotos boas pelo celular:
http://cursosonline.uol.com.br/assinatura/artigos/arte-e-design/como-tirar-fotos-boas-de-celular/
Beijos!

Viajando com pouco dinheiro

Oi pessoal,
para quem está interessado em viajar com pouco dinheiro, dê uma olhada nas minhas dicas neste artigo:
http://cursosonline.uol.com.br/assinatura/artigos/administracao-e-negocios/como-viajar-com-pouco-dinheiro/
Beijos!

Ação beneficente promovida pelo Grupo Fábula apresenta a peça A Mendiga e o Magnata neste fim de semana




A comédia A Mendiga e o Magnata, montagem do Grupo Teatral Fábula, será apresentada nos dias 19, 20 e 21 de julho, às 20:30 horas no Teatro Municipal de Alfenas. O ingresso será um quilo de alimento não perecível para fazer cestas básicas para famílias carentes de Alfenas.

Adaptada da peça O Mendigo e o Magnata de Rutinaldo Miranda Junior, a história gira em torno de um fatídico encontro entre Thomas - um ricaço - e uma mendiga chamada Severina. O magnata é assaltado por dois ladrões que levaram todos os seus pertences. Severina tenta ajudar Thomas, mas ele a esnoba e acaba por ter a sua vida, de uma hora para outra convertida em estrema pobreza. Desse modo,  Thomas acaba conhecendo um pouco a triste e sofrida vida dessa mendiga, aprendendo com ela importantes lições de vida.

“A peça coloca em contradição duas realidades, um empresário rico e uma mendiga, cada um colocando o seu ponto de vista. No entanto, quando o magnata fica pobre, a visão dele se modifica. Essa história diverte e, ao mesmo tempo leva à reflexão. Afinal, nada é garantido. Um dia estamos levando vantagem, no outro podemos estar numa situação ruim.” – comenta Marcelo Divino, diretor do grupo e que atua como o Magnata.

Investimento Cultural – 1kg de alimento não perecível (exceto sal)

Maiores informações: (35) 8817-4038 – Marcelo Divino