Quem sou eu

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Sou escritora e atriz. Adoro ler, escrever, assistir a filmes e ir ao teatro. Escrevi dois livros "A ilha e a menina" e "Livremente Mara", que virou peça de teatro e estreia no final deste ano.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Lançamento "A ilha e a menina"

Olá amigos,

Olha que bacana a matéria que saiu no G1 - EPTV sobre o lançamento do meu mais novo livro!

http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2012/12/escritora-de-pocos-de-caldas-distribui-livros-gratuitamente.html

O amor é o que nos realiza

Ontem foi o lançamento do meu livro "A ilha e a menina" na URCA, Poços de Caldas. Que realização!
 
Ontem mesmo percebi que a felicidade não é um sentimento eufórico, mas uma calmaria segura, apoiada não somente em acontecimentos bons, mas em companhia de pessoas que a gente ama e considera e esse sentimento é recíproco.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Lançamento do meu livro!

Olá amigos!

Aqui está A ILHA E A MENINA!!! Lançamento em Poços de Caldas, no Espaço da URCA (Biblioteca Centenário) no dia 01/12/12, sábado, às 14:00 hs.
 
Para incentivar a leitura darei de presente um exemplar do livro para cada convidado.
Abertura do lançamento com a peça "OS DOCES DE MANECO E AS FRUTAS DE LÚCIA" do Grupo Teatral Fábula! Não Percam!
 
Para dar vontade de ler, aqui vai uma sinopse do livro!
 
A Ilha e a Menina
        O livro “A ilha e a menina” é um livro infanto-juvenil cuja história gira em torno das aventuras e descobertas de um povo muito diferente provindo de uma pequena ilha nos mares do Pacífico. Esses seres podem mudar o clima como bem entender. Além disso, não precisam se alimentar para sobreviver porque o que os alimenta é a amizade. Desse modo, todos vivem em festa nessa ilha, a ilha Dezamia. Porém, nasce nessa terra uma menina diferente chamada Quiranda. Essa menina sabe fazer algo que os outros da ilha não sabem fazer: ela pode saltar sobre os arco-íris e lá de cima, consegue ver outros lugares. O povo, que nunca tinha saído da ilha e nem sabia que existiam outras terras, duvidam dela. Os pais dela não permitem que ela escorregue até aqueles lugares para visitar. Todavia, quando ela cresce, resolve ir para outra ilha e salta no primeiro arco-íris que vê. Diante disso, Quiranda conhecerá outros lugares que influenciarão para sempre o destino de Dezamia.

Comentário:

É uma sensação maravilhosa ver um livro que deu tanto trabalho ficar pronto. Agradeço todo o esforço do artista Valmir Ortega que ilustrou o livro divinamente e além disso editou, formatou, revisou, enfim, se o livro está lindo assim, também tem o dedo de Valmir.
       

terça-feira, 13 de novembro de 2012

GRUPO DE TEATRO FÁBULA CASA-SE COM A LITERATURA


Grupo Teatral Fábula surpreende Alfenas com a peça “Pluft, o fantasminha” e continua festejando os seus nove anos com a estreia da comédia “A MENDIGA E O MAGNATA” neste final de semana

Nos dias 9, 10 e 11 de novembro o Grupo Teatral Fábula presenteou Alfenas com a peça clássica “Pluft, o fantasminha”. O Teatro Municipal de Alfenas ficou cheio nos três dias de apresentação e a maioria do público surpreendentemente não foi somente de crianças, mas de adolescentes e adultos. Essa peça foi uma remontagem do grupo, sendo que em 2003 eles estrearam no palco enquanto grupo teatral com essa mesma peça. Como o grupo esse ano completa nove anos, decidiram fazer uma remontagem, com tudo novo: cenário, figurino, maquiagem, elenco. Para Marcelo Divino, diretor da peça, remontar “Pluft, o fantasminha” era um sonho antigo que dependia de um elenco de ponta para que a segunda montagem não ficasse devendo nada para a primeira. O grupo repetiu o sucesso com um cenário de primeira, figurino fantástico, elenco ótimo. Divertiu crianças e adultos, levando como sempre, cultura para a nossa cidade.
 

  Cena de Pluft (Kelvin Divino) e Maribel (Amanda Borges) indo ao “mundo”

            “É recompensador todo o trabalho que tivemos para montar essa peça e ver o teatro assim lotado durante os três dias de apresentação. Sempre vale muito a pena todo esforço que fizemos para levar mais cultura para a nossa gente.” – pontua Marcelo Divino.   
        
Da esquerda para direita: Marcelo Divino (Perna-de-Pau), Kelvin Divino (Pluft), Amanda Borges (Maribel), Aneelise Oliveira (Sebastiana), Mari Silva (Juliana), Luana Marques (Joana), Pedro Lacerda (Tio Gerúndio), Raquel de Souza (mãe do Pluft), Lucas Rodrigues (Fantasma), Kleber Thiers (Iluminação), Matheus Divino Rodrigues (sonoplastia)
 

Incentivo à leitura

            Após as apresentações, para incentivar a leitura, foram feitos sorteios do livro “Livremente Mara” da escritora Raquel de Souza. Na peça, ela também atuou como a Senhora Fantasma, mãe do Pluft.

“Acho muito importante levar ao público, além do gosto pelo teatro, o gosto pela leitura, pois apesar dessas duas expressões artísticas serem distintas, têm muito em comum. Não se faz teatro sem muita leitura e não se escreve sem ler demais.” – diz Raquel de Souza.

Desde a fundação do Grupo Fábula, sempre foi preocupação do grupo vincular teatro e literatura. Agora o grupo formaliza essa luta de nove anos através do registro da Associação de Teatro de Literatura Fábula (ATELIFA), organização não governamental que tem como objetivo a promoção da cultura teatral e literária em Alfenas e região. Com isso, o grupo terá mais autonomia para poder levar ainda mais arte para o sul de Minas Gerais e outras localidades.


 
                 Raquel de Souza presenteando a plateia com o romance “Livremente Mara”

 

E ainda o movimentação do grupo não para. Nessa semana, nos dias 16, 17 e 18 de novembro, a comemoração dos nove anos do Grupo Fábula continua com a apresentação da comédia “A Mendiga e o Magnata” baseada no texto de Rutinaldo Miranda Junior “O mendigo e o magnata”.

            Essa peça divertidíssima fala de modo bem humorado de um dia ruim de Thomas, um milionário investidor da bolsa de valores. Certo dia tal magnata é assaltado por dois ladrões ao lado de Severina, uma mendiga que acabara de ignorar. Severina tenta ajudar Thomas, que por sua vez a esnoba e desperdiça sua chance de não ser assaltado. Com isso a situação é invertida, e Thomas acaba conhecendo um pouco a triste e sofrida vida dessa mendiga, aprendendo com ela certas lições da vida.

            “A peça, apesar de muito cômica, passa uma mensagem inteligente, sobre como é a vida de hoje, tão difícil para alguns, e fácil para outros, enfim, não dá para perder” – diz empolgada a atriz Yanka Gabrielly, que faz o papel da mendiga Severina.
Foto com o elenco da “A Mendiga e o Magnata”

Elenco:Yanka Gabrielly, Kleber Thiers, Mary Oliveira, Lucas Morais. Direção: Lari Macedo e Isadora Custódio. Produção: Marcelo Divino.

Investimento cultural:

Estudante: R$ 4,00

Inteira: R$ 7,00

 

Maiores informações:

Marcelo Divino (35) 8817-4038 ou (35)9131-5946

 

             

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Nós no G1 - EPTV

Olha que legal!
Pluft, o fantasminha está no site de notícias da EPTV!
Apresentções nos dias 9, 10 e 11.
http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2012/10/peca-infantil-e-comedia-de-situacao-sao-encenadas-em-alfenas-mg.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Grupo Fábula presenteia seu público com duas peças teatrais


Com a finalidade de comemorar os nove anos de existência, o Grupo Teatral Fábula apresentará duas peças de teatro em novembro: “Pluft, o fantasminha” e “A mendiga e o magnata”.

Pluft, o fantasminha

A peça “Pluft, o fantasminha” será apresentada nos dias 9, 10 e 11 de novembro, às 20:30 horas no Teatro Municipal de Alfenas. Escrito em 1955, por Maria Clara Machado, esse texto transpõe o tempo e diverte crianças de todas as idades.

A história acontece num sótão de uma casa velha em que mora uma família engraçada de fantasmas: o fantasminha Pluft, que tem medo de gente, a Senhora Fantasma, mãe do Pluft, que adora falar com a sua prima Bolha ao telefone e o Tio Gerúndio, que dorme dentro de um baú.

O lugar deixa de ser calmo quando o terrível pirata Perna-de-Pau invade a casa trazendo a adorável menina Maribel, raptada por ele. O pirata procura um tesouro que provavelmente encontra-se no sótão.

As atrapalhadas amigas de Maribel, Juliana, Sebastina e Joana vão tentar salvar a menina do maldoso pirata.

A surpresa é que, Pluft, mesmo com medo de gente, vai fazer de tudo para ajudar Maribel a sair dos domínios de Perna-de-Pau, fazendo com que os dois fiquem muito amigos.

            “É uma peça divertida e que faz rir crianças e adultos, além de ser uma peça clássica, fazendo com que o público infantil alfenense tenha contato com o que há de melhor em obras infantis.” – comenta a escritora e atriz Raquel de Souza que atua como a Senhora Fantasma.
 

 
            Segundo o diretor da peça –  Marcelo Divino - há nove anos, quando foi montado o Grupo Teatral Fábula, ele teve contato com o texto de “Pluft, o fantasminha” e se encantou por ele. Ao pesquisar sobre o texto e sua autora, descobriu que a peça era um ícone das peças infantis. Sendo a peça de ótima qualidade e que todos do grupo gostavam resolveram montá-la no ano de 2003. No começo da montagem foi complicado por conta da inexperiência do grupo, mas a disciplina, a responsabilidade e o talento dos jovens atores superou as dificuldades e fez da primeira estreia de “Pluft, o fantasminha” um sucesso.

            A remontagem dessa peça em 2012, de acordo com Marcelo Divino, é um sonho muito antigo. Ele precisava ter um elenco capaz para que a segunda versão não ficasse devendo nada para a primeira montagem.

            “É uma responsabilidade muito maior agora, pois a peça fez muito sucesso e não poderia ficar devendo nada na segunda montagem. Por isso esperei ter o elenco certo em minhas mãos para que pudéssemos montar a peça.” – pontua Marcelo Divino.

            Para seleção dos papéis foram feitos laboratórios, leituras, pesquisas até chegar ao elenco que hoje está na peça. Esse elenco é composto de: Amanda Borges, Aneelise Oliveira, Bianca Frenhan, Kelvin Divino, Luana Marques, Lucas Rodrigues, Mari Silva, Marcelo Divino, Pedro Lacerda e Raquel de Souza. Ficha técnica: Matheus Divino Rodrigues (sonoplastia), Lourival Rodrigues (cenário), Raquel de Souza (figurino e maquiagem), Marcelo Divino (direção geral).
Foto do elenco de “Pluft, o fantasminha”

 

A mendiga e o magnata

A comédia “A mendiga e o magnata” será apresentada na semana seguinte, nos dias 16, 17 e 18 de novembro, às 20:30 h, no Teatro Municipal de Alfenas.

            Essa peça divertidíssima foi adaptada do texto “O mendigo e o magnata” de Rutinaldo Miranda Junior e fala de modo bem humorado de um dia ruim de Thomas, um milionário investidor da bolsa de valores. Certo dia tal magnata é assaltado por dois ladrões ao lado de Severina, uma mendiga que acabara de ignorar. Severina tenta ajudar Thomas, que por sua vez a esnoba e desperdiça sua chance de não ser assaltado. Com isso a situação é invertida, e Thomas acaba conhecendo um pouco a triste e sofrida vida dessa mendiga, aprendendo com ela certas lições da vida.

            “A peça, apesar de muito cômica, passa uma mensagem inteligente, sobre como é a vida de hoje, tão difícil para alguns, e fácil para outros, enfim, não dá para perder” – diz empolgada a atriz Yanka Gabrielly, que faz o papel da mendiga Severina.
 

            Para a seleção da peça “A mendiga e o magnata”, foi feita uma pesquisa na internet sobre as obras de Rutinaldo Miranda Junior, autor de “O casamento de Maria Feia” em que foi baseada a peça “Nada é o que parece” – até hoje em cartaz pelo grupo, sendo apresentada em escolas, teatros e instituições.

Desse modo, foi encontrado o texto, no qual os atores apreciaram por ser cômica e também abordar o lado social. Foi feita uma reunião para decidir quem seriam os diretores da nova peça. Assim, foram escolhidas duas atrizes com mais bagagem teatral para dirigir: Lari Macedo e Isadora Custódio. Esse é o segundo trabalho delas enquanto diretoras, sendo que o primeiro trabalho foi realizado o ano passado no Festival de Esquetes do Programa Cidade Escola de Alfenas. Todas as duas direções foram premiadas no festival e o belo trabalho realizado chamou a atenção de Marcelo Divino que acabou por escolhê-las para montar “A Mendiga e o Magnata”.
Foto com o elenco da “A Mendiga e o Magnata”

Elenco:Yanka Gabrielly, Kleber Thiers, Mary Oliveira, Lucas Morais. Direção: Lari Macedo e Isadora Custódio. Produção: Marcelo Divino.

Ingressos:

A valor do ingresso para as duas peças é o mesmo sendo que:

Estudante: R$ 4,00

Inteira: R$ 7,00

Ingresso - pacote (para as duas peças):

Estudante: R$6,00

Inteira: R$ 10,00


Mais cultura para Alfenas

Além do Grupo Teatral Fábula comemorar os seus nove anos com essas duas peças imperdíveis, agora eles estão na luta para formalizar uma associação (Associação de Teatro e Literatura Fábula – ATELIFA) onde o grupo pretende enriquecer, como já vem fazendo todos esses anos, Alfenas na área teatral e literária.

“Para a formalização dessa associação temos o apoio total do vereador Sander Simaglio, pois sem essa ajuda não teríamos a possibilidade de estar tão certos do que podemos fazer enquanto ONG. O Grupo Teatral Fábula agradece a ajuda desse grande homem.” – comenta Marcelo Divino.

E o Grupo Teatral Fábula não para. Já está montando a peça “O Castelo Desencantado” para o ano que vem. Além disso, o grupo planeja para o futuro continuar apresentando as peças que foram sucesso em 2012 e montar novas peças, inclusive tendo como meta a montagem de uma peça clássica uma vez por ano, seja ela infantil ou adulta, comédia ou drama.

Atualmente o grupo conta com 20 integrantes e atua com a filosofia de que o teatro pode formar não apenas atores, mas seres humanos melhores, instrumentos de mudança na sociedade, e na própria realidade.

 

Maiores informações:

Marcelo Divino (35) 8817-4038 ou (35)9131-5946

 

 

 

 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Para que serve horário de verão?

 
Esse horário de verão só foi feito para deixar a gente com sono. Que vantagem isso tem? Alguém poderia me esclarecer? Não vou me adequar a esse horário, vou mesmo é atrasar meus compromissos!!!!! Enquanto ainda é tempo! Daqui uns dias minha vida que gato livre chega ao fim. Falando em gato, esse era o Dinho. No dia em que o Grupo Teatral Fábula fez nove anos fizemos uma festa aqui em casa e o gato "cascou na poeira" assustado com tanta gente. Saudades, Dinho!

 
Esses são os brigadeiros da nossa festa! Que pena que o gatinho não gostou! Parece engraçado, mas o Dinho deixou um vazio aqui dentro, uma nostalgia difícil de curar.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Quebra-cabeças estranho


O dia hoje o dia apareceu luminoso! Com a alegria que vem de fora, restauramos alguns desenganos e recomeçamos nossa vida bem. As coisas se encaixam vagarosamente como um quebra-cabeças estranho. Lutamos ferozmente, nos estressamos, ficamos cansados. Só que, quando temos tempo ficamos culpados de ficar de papo para o ar enquanto a vida borbulha lá fora. O mundo está do lado do avesso e, de alguma forma, todos nós somos contagiados por essa loucura.


 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O teatro me disse "sim" e esse é o começo

É com muito orgulho que venho anunciar que estrearei na peça infantil "Pluft, o fantasminha" de Maria Clara Machado. Sempre tive vontade de atuar, mas nunca tive oportunidade. Chegou a hora! O teatro chegou para mim naturalmente, como se já fizesse parte dele. Não precisei forçar, ir atrás, nunca levei um "não". Muito pelo contrário: o teatro me disse "sim" e aqui estou. Agradeço ao diretor Marcelo Divino que me incentivou e tem tido muita paciência em me preparar e me dirigir nessa minha primeira peça. Tenho aprendido muito. E hoje percebo que a vida tem me concedido muito mais "sim" do que "não". Agradeço também a boa acolhida do Grupo Teatral Fábula quem tem feito minha vida muito mais cheia de cor e a adaptação à nova vida muito mais fácil.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Sonhos desabados


Hoje resovi acordar tarde, não ir à academia como faço todas as manhãs. Decidi dormir mais. Acabei sonhando que morava numa casa antiga que acabou desabando comigo dentro e tudo, uma baderna só. Ainda bem que não era verdade. De alguma forma, acho que meus sonhos desabaram. Levei mais um "não" da vida. Por algum tempo ficarei assim amuada como estou, mas tenho certeza que logo recupero as minhas energias e sigo adiante. É hora de sacodir a poeira, arrumar os estragos e nem olhar para trás. A vida deve ter outros planos para mim. Só que insisto muito em fazer as coisas do meu jeito, do modo em que planejei. Vejo tanta gente fazendo isso. Por que comigo não dá certo? Parece que estou presa de algum modo. Não entendo, mas vou ter que compreender.

domingo, 23 de setembro de 2012

Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Poços de Caldas 2013

Agora, já depois das onze de noite, após ter revisado meu livro pela quinta vez concluo: este é um trabalho quase infinito. Mas a jornada está no fim e o livro "A ilha e a menina" fica prontinho na minha mão em um mês. Que maravilha!
A ILHA E A MENINA é um livro infanto-juvenil que conta a história de Quiranda, habitante de uma ilha toda diferente nos mares do Pacífico. Quiranda, com sua habilidade especial de saltar arco-íris e poder visitar outros lugares, vai modificar os rumos dessa ilha tão festiva, onde cada habitante pode mudar o clima como quiser.
 A publicação desse livro só foi possível porque ele está sendo apoiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Poços de Caldas e pela Construtora Etapa. Para você que mora em Poços há um ano ou mais comprovadamente, pode mandar o seu projeto cultural para a Secretaria de Cultura até o dia 10 de outubro. Para se ter acesso ao edital, ligue: (35) 3697 2389.

Muita cultura a todos!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Estou grávida: de arte e trabalho!

Olá amigos,

Estamos, eu o Valmir Ortega, ilustrador do livro "A ilha e a menina" no final da edição do livro. Que ansiedade! Mais um filhinho meu que nasce! Como ainda não tenho filhos mesmo, não sei como é a experiência de parir um. Mas engravido de arte e trabalho e o resultado está se aproximando!

Abraço a todos!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Meu romance prefaciado por Deonisio da Silva!

Olá amigos e leitores (ou os dois juntos),


Em breve acontecerá o lançamento do meu livro "A ilha e a menina" que está acabando de ser editorado. Começa a chegar aquela ansiedade que precede aos meus lançamentos. Sempre fico muito agitada nesse período. Acredito ser normal, é um tempo que a gente coloca o trabalho na cara do mundo e espera como o público vai reagir.
Vou aproveitar e relançar meu primeiro romance "Livremente Mara", um livro que fala da adolescência feminina e o desafio de tornar-se mulher. Esse livro foi prefaciado pela meu querido professor de literatura na faculdade, o escritor Deonísio da Silva. Fico toda pomposa quando vejo o Deonísio lá no programa do Jô, na Marilia Gabriela e tudo mais e ele que fez o prefácio do meu livro! Só para se ter ideia ele colocou assim: "Raquel de Souza: uma estreia promissora." Que essa profecia se cumpra! Meu segundo livro vem aí!
Foto do lançamento do livro LIVREMENTE MARA e a sua distribuição gratuita nas escolas de Poços de Caldas

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Grupo Fábula e vereador Sander Simaglio

Olá amigos,


Com esse negócio de facebook, notícia rápida, a gente fica inebriada e até esquece das divagações que demoram bem mais de meia hora para se consolidar. E aí o blog, que é algo mais original, independente, acaba ficando para trás. Bom, mas aqui estou eu, não prometendo a mesma disciplina nas postagens, mas sempre presente. Hoje fui, junto ao meu grupo teatral (Fábula) a uma visita à  ONG MGA ( Movimento Gay de Alfenas). Foi muito interessante e divertido. Alguns dias atrás também nos reunimos com o vereador Sander Simaglio para um bate papo sobre cultura e como somos acomodados em relação aos nossos direitos de cidadãos. Isso despertou não só em mim, mas em todo o grupo uma vontade fazer diferente e ir à luta. Viva o Grupo Teatral Fábula!!!!!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vamos formar bons leitores!


Como é prazeroso contar histórias, ver o meu trabalho dando frutos. Quando ofereço livros para as crianças entrarem em contato com eles tenho a certeza de que podemos formar bons leitores. É só mostrar os livros como fonte de magia e histórias magníficas. Não vamos negar às nossas crianças pequenas e grandes de oferecer livros. Para isso não é necessário presenteá-las com eles. Ações como ler sempre jornais e revistas perto delas, levá-las à bibliotecas, escrever junto a elas vão fazê-las entender o sentido da escrita e da leitura. A formação de bons leitores começa de casa, então vamos lá família. Não deixe tudo por conta da escola!

domingo, 15 de julho de 2012

"Sai da minha aba, sai pra lá"

Fico olhando estupefata para a tela do computador esperando vir a inspiração para escrever. A decepção de ser excluída em momentos agradáveis e ser incluída em momentos de trabalho e dificuldades realmente está me "tirando do sério" e quero mesmo me distanciar dessas pessoas. O relacionamento, seja de amizade, seja amoroso é feito de pequenas trocas e se elas não estão acontecendo, o jeito é se esquivar. É triste isso e eu gostaria de não tomar providências para essas atitudes, mas agora penso que o distanciamento seja inevitável.

domingo, 13 de maio de 2012

Novamente ao mundo da escrita! Já era tempo!

A névoa desceu pela cidade encobrindo-a. Apenas algumas luzes teimam a aparecer embassadas, maiores do que são. Tudo leva ao recolhimento, à solidão. Não daquelas solidões que nos deixam desoladas, que isso não é bem solidão e sim carência. Mas estou falando da solidão necessária, aquele tempo que temos que ter conosco para curtir a nossa companhia. E é sempre nessa solidão que consigo escrever. É quando a minha alma está mais recolhida. Isso não quer dizer que apenas vamos escrever quando estamos em paz e a vida está perfeita. Muito pelo contrário: a arte sai das reflexões intensas, das grandes contradições do sentir e realizar. Apenas acredito que o escrever necessita de recolhimento. É como um praticante de meditação. É preciso reservar um tempo só para escrever e nesse tempo, nada deve interferir. Fico pensando que fazemos tantas atividades durante o dia, mas é tão custoso parar por um tempo para escrever. Chegamos no trabalho pontualmente, entregamos todos os papéis na data prevista, pagamos as contas no dia certo, mas porque deixamos de escrever? Por que perdemos o fio da meada? A escrita deve ser encarada como um compromisso na nossa vida. Só que eu já percebi que eu não funciono assim. Sendo a arte da escrita uma expressão do belo, eu tenho que estar admirando o ato de escrever. Pode parecer um sentimento imaturo, eu sei, mas é como encaro os grandes períodos de não retomo meu romance, por exemplo. Há outros motivos e um deles é o fato de que a história entrou em caminhos dolorosos emocionalmente. Outro motivo é a falta de tempo. Preciso arranjar mais tempo no meu dia para escrever. A minha nova rotina me consome, mesmo assim preciso arrumar uma maneira de me dedicar à escrita. Já estou me adaptando à nova vida, estou me achando aos poucos, retomando as amizades, rindo, convivendo. Agora é preciso voltar a escrever. Meu livro "A ilha e a menina" vai ser publicado no final do ano. Hoje já comecei a dar andamento no projeto. Isso fez muito bem para mim. É muito bom saber que estou ingressando novamente ao mundo da escrita. Já era tempo. Me sinto muito realizada assim. É o que melhor sei fazer no mundo: escrever.

Beijo a todos!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Festa às mudanças!

Quando chega a noite acampanhada da sua calmaria, das coisas que já foram encerradas, inicia-se a hora de centrar em mim, no que experimento de minha existência, nos pensamentos que são advindos dessa percepção. Ainda, mesmo depois de algum tempo de mudanças, estou tentando me localizar, extrair o que há de individual, autêntico em mim. É possível sair imune mesmo depois que a vida da gente passar por uma revolução? Acredito que meu eu está sendo atingido. E isso atiça a minha curiosidade em redescobrir quem eu sou, agora que tenho uma pessoa para ser a testemunha das minhas experiências, que compartilha comigo os momentos importantes e corriqueiros da vida. Digo que é preciso ter coragem para tem um cúmplice e, ao mesmo tempo, é uma coisa linda. Até a minha escrita, creio que muda. Não o estilo, mas a alma daquilo que escrevemos e nem temos consciência do que se trata. As mudanças da vida afetam a nossa arte. Ainda bem! Não desprezando o que já produzi, mas festejando novas aparições.

Abraços!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mais um livro meu será publicado: festa aqui no coração!

Olá meus amigos,
Na Terra do Sol a vida é bem diferente da vida em que eu levava. Mas estou aprendendo a ser mais resistente às adversidades da vida. É que agora, onde o sol se põe lindamente, assumi as rédeas da minha existência. Acredito que os temas dos meus escritos, a direção dos enredos dos meus romances tomarão novos rumos. Afinal, a arte é uma sublimação da realidade. Melhor dizendo, uma depuração dela. É a realidade misturada com sonhos, desejos e medos. Escrever é reinventar o que percebemos do mundo. A escrita é um meio de dizer o mundo subjetivamente.
Hoje estou muito feliz. Mais um livro meu será publicado: A ilha e a menina. É um livro adequado a todas as idades, mas foi construído num linguajar mais simples para que as crianças gostem. Portanto, na necessidade de classificar tudo, meu livro é infantil. No final do ano outra vez um livro meu será publicado. O artista Walmir Ortega fará as ilustrações do livro. Talentoso do jeito que ele é o livro vai ficar um estouro! Dá um frio na barriga só de pensar. Publicar um livro é como finalmente parir um filho. Você imagina como ele vai ser, faz ultrassom, mas só quando o bebê nasce é que vemos como ele é. A mesma coisa é o livro, principalmente o livro infantil que é apoiado na ilustração. Ainda não conheço a cara do meu livro, mas imagino que será lindo e que muita criança vai se encantar por ele e, mediante a esse encanto, venha virar um bom leitor.
Que bom se um dia, daqui há vinte anos, uma dessas crianças lembre-se de um dia que passou uma escritora em sua escola e presenteou-a com seu livro, contando histórias. E que a partir disso, a visão de que ler é um ato extremamente bom passou a fazer parte da rotina dela. Que bom se isso acontecer. Cada um tem uma tarefa para fazer aqui no mundo. Acredito que uma das minhas é apresentar a leitura para as pessoas de um modo prazeroso. Isso me faz muito feliz e realizada!
Abraço a todos e muita leitura boa!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A solidão satisfeita

Olá,
Nessa noite quente, em que todos parecem ter se recolhido em seus aposentos, aqui me encontro. E estou numa daquelas solidões satisfeitas, em que se sente que tudo está em seus devidos lugares e que por esse dia, a tarefa acabou. E depois desse dia, sobra esse tempo para sentir. Tempo para ouvir as músicas que gosto, tempo para dançar a minha dança. E mesmo que seja de um cadenciar modesto de aprendiz, é a minha dança. Assim é minha vida: um monte de afazeres e algum tempo para colocar meus pensamentos nos devidos lugares. E quando olho a minha volta, de como é minha existência, agradeço a Deus. Tem gente que não acredita em Deus. Tiro o chapéu para essa incredulidade. É que eu acho que para não acreditar que existe algo superior que nossa própria ignorância, é preciso ter muito mais força para crer. Porque é muito mais lógico acreditar no maravilhoso, no mágico, no sobrenatural. Porque o que sabemos é pouco demais e tudo, até os milagres que acontecem na nossa vida não tem explicação. Acontecem e para mim, cá comigo, é pela força do Bem.
Beijo a todos!
Raquel

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A necessidade é que faz o monge

Hoje, por motivo de muita precisão abri o interior de um carro e tive que vasculhar as suas entranhas. Simplesmente ele se recusava funcionar. Pode ser que falte água - pensei. Então comecei a cheirar - esse ato tão primitivo - para compreender em que compartimento iria a água. E assim foi: com auxílio de meu noivo -tão ignorante do mistério de como se funciona um automóvel quanto eu - colocamos a água. Mas água não faltava. Comecei a verificar a esmo o que poderia faltar para que o veículo se recusasse terminantemente a funcionar. Qual não foi a minha surpresa quando olho para um compartimento escrito gasolina, abro e verifico que ele estava vazio. Pensei: deve ser isso. Pedi ao meu noivo que fosse comprar gasolina. Enquanto isso, pesquisei na internet se a gasolina que estava faltando naquele tanque realmente ocasionava o não funcionamento do carro. Descobri que carros a álcool precisam de injeção de gasolina para ligar quando não estão quentes ainda. Suspirei de alívio. Marcelo chegou com uma garrafa cheia de gasolina e colocou no carro. Após algumas tentativas o automóvel estava bom como nunca, funcionando com toda a sua força. Fiquei satisfeita em saber que, apesar de não entender nada de carros, posso ainda aprender um pouco desse mistério. "A necessidade é que faz o monge." - hoje entendi na pele esse ditado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Assim como a vida mesmo é

Olá amigos,
Agora em uma cidade mais quente, mais ensolarada, me sinto na terra do sol. Os dias passam muito diversos da minha rotina anterior. Meu ímpeto de escrever não passa.Tenho uma melancolia flutuante no peito. Ela me visita principalmente no lusco-fusco em dias que estou apenas com a minha companhia. Acho que esse quezinho de tristeza faz parte da minha alma. Como dizia Vinícius de Moraes, para se fazer um samba é preciso um pouco de tristeza. Talvez a poesia, a suavidade das palavras, a emoção que brota dela, venha desse sentimento um pouco incômodo e contemplativo. Porque afinal, porque escrever se isso não for como um alimento para nosso ser? Se esse ato não for uma necessidade de conter a fugacidade do momento em algumas páginas para que ele dure um pouco mais? Como se o próprio escrever fosse um significado para esses dias que correm, às vezes tão atribulados, às vezes tão perfeitos. Assim como a vida mesmo é.

Abraço,
Quel

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Se não der tempo, paciência

Olá pessoal,

Quantas coisas mudaram desde que abri esse blog o ano passado! Foi no próprio ano que conheci o amor da minha vida, que encontrei a calma e que aprendi que a vida não precisa ser uma corrida incansável, mas que podemos alcançar nossos objetivos de forma mais tranquila e feliz. Afinal, vivemos o suficiente para fazer o que temos que fazer. Se por um acaso não der tempo, paciência. Pelo menos o tempo que se passou aqui na terra não foi um "vale de lágrimas", um poço de estresse, ansiedade e tudo aquilo que mais está atormentando o povo da nossa época. Não que esses sentimentos não me atinjam, que eu também não sofra desses incômodos sentimentos. Mas não quero desenvolver em mim novamente a angústia de não ter terminado meu romance no prazo estabelecido nesse blog. Não terminei ainda. E quando terminar, vou ter um ótimo livro nas mãos, se o talento e o esforço permitirem.
Abraço a todos,
Raquel